A temporada que virou livro e um encerramento feito de sonhos impressos

Hoje vivemos uma manhã que entra para os livros do nosso clubinho – literalmente. A Escola Municipal Félix Araújo foi tomada por um clima de festa, expectativa e muita emoção: nossos pequenos autores receberam, enfim, os 11 livrinhos que escreveram, ilustraram e construíram ao longo da segunda temporada do educo.work.

O auditório estava vibrante, envolto naquela ansiedade boa que só acontece quando a gente sabe que algo importante está prestes a acontecer. Estavam presentes, além da gestora escolar Silvana Mércia – nossa parceira de primeira ordem –, professores, crianças e suas famílias, bem como representantes da Secretaria Municipal de Educação: a diretora técnico-pedagógica Isabelle Pires, a gerente do Ensino Fundamental Adriana Sá e a coordenadora de Matemática Emely Herculano. As presenças reforçaram o caráter coletivo e institucional desse projeto.

Foi ali, com o padrinho da iniciativa, Félix Araújo Neto, acompanhado pelos honrados filhos de nosso patrono – Félix Araújo Filho e Tamar Araújo Celino – que cada livro ganhou mãos e corações. Uma a uma, as crianças ouviram seus nomes chamados e, ao receberem seus exemplares impressos, puderam finalmente ver materializados em papel os mundos que imaginaram.

Esse momento representa muito mais do que a entrega de um produto final. É a prova concreta de um processo: páginas que nasceram timidamente em rascunhos – e depois ganharam textos, ilustrações, revisões, desafios e regozijos – agora estão prontas para integrar o repertório de leitura das casas das famílias e das histórias de nossos pequenos. Uma experiência que alimenta a autoestima, reforça o sentido de autoria e ensina, na prática, que as ideias têm valor, e que a escola pode ser um lugar de criação, não apenas de reprodução.

Como disse Félix Filho em seu belíssimo discurso, parafraseando La Fontaine em “A Raposa e as Uvas”: hoje colhemos um cacho enorme e saboroso!

O educo.work, com sua abordagem de Aprendizagem Criativa, mostrou mais uma vez que criar é viver. Aqui, as crianças aprenderam a planejar, escrever colaborativamente, ilustrar narrativas e também a refletir sobre o que significa ser autor. Em todo esse percurso, a plataforma SuperAutor foi ferramenta fundamental, orientando etapas e tornando real a aventura de transformar histórias em livros de verdade.

Ver a escola reunida – pais, professores, crianças, madrinha, padrinhos, parceiros e representantes da rede – celebrando a autoria infantil foi a confirmação de que a educação, quando feita com rigor e afeto, cria memórias e possibilidades duradouras.

Saímos desta manhã com a convicção de que experiências como essa não ampliam apenas repertórios: plantam sementes – de leitura, de confiança e de pertencimento. Não por acaso, as crianças abriam seus livros cheias de orgulho, como se cada capa fosse um espelho de possibilidades.

Agora, com a temporada encerrada, fica o rastro dessas histórias que já voam – e que vão seguir inspirando nosso trabalho por muito tempo!

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